Edifício Mota & Faria, Lda.

Entre os dias 30 de março e 2 de abril de 1890, vários membros da família Basto Sampaio moradores nos n.ºs 72 a 76 foram envenenados. Entre eles, Mário, um menino de 13 anos, que faleceu. Foi considerado suspeito e acusado o seu tio Vicente Urbino de Freitas, eminente médico do Porto. O móbil do crime, nunca devidamente explicado, seria a herança dos sogros do acusado.Urbino de Freitas, cuja família era proprietária do edifício n.ºs 152-158 foi condenado ao degredo, mas os contornos desta história nunca foram esclarecidos. Na sepultura desta família, no Cemitério da Lapa, encontra-se o escritor Camilo Castelo Branco, amigo do acusado.


Between March 30 and April 2, 1890, several members of the Basto Sampaio family living in nos. 72 to 76 were poisoned. Mário, a 13-year-old boy, was among those who died. His uncle, Vicente Urbino de Freitas, an eminent doctor from Porto, was considered a primary suspect and accused. The motive of crime, never properly explained, was the inheritance of the accused’s in-laws. Urbino de Freitas, whose family owned building 152-158, was condemned to exile, but the details of this story have never been clarified. friend of the accused, writer Camilo Castelo Branco, lies in the Freitas family grave, in the Cemetery da Lapa.


Nuno Resende


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